Os trabalhos no Ninho do Urubu nesta terça-feira não ocorreram dentro da normalidade. Depois de mais uma derrota para o rival Vasco e a consequente eliminação do campeonato carioca, o Flamengo tomou medidas para se precaver de eventuais protestos ou invasões.
Enquanto o time treinava, um carro da polícia fazia a segurança para evitar os protestos que tomaram conta da delegação no retorno de Manaus. Emblema disso foi a entrevista do diretor de futebol Rodrigo Caetano, que explicou a situação:
"O torcedor muitas vezes não sabe como é dolorida uma eliminação em um momento de crescimento da equipe. Na semana passada, falavam que o Flamengo vinha jogando um futebol vistoso. Não somos contrários a manifestações de torcedores, mas há hora e local para isso. Aeroporto nunca foi local para isso, portanto, é natural que a diretoria se preocupe", explicou o dirigente.
Também nesta terça, a diretoria, a comissão técnica e até mesmo o zagueiro Juan, um dos líderes do elenco, estiveram reunidos para traçar novos planos para o restante de 2016:
"Tivemos reuniões para projetar a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro. Infelizmente, não chegamos à decisão da Primeira Liga e do Campeonato Carioca, mas isso não inviabiliza o que foi feito em termos de reconstrução da equipe e da comissão técnica, e muito menos a luta pelos nossos principais objetivos. Conversamos com muitos jogadores, estamos trabalhando de olho no futuro", contou Caetano.
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