Se em 2015 o Flamengo, assim como o Fluminense, votou contra a aprovação das contas da Ferj, desta vez, agora em 2016, o Rubro-Negro optou pela abstenção. E o Fluminense nem sequer esteve presente na assembleia desta terça-feira, na sede da entidade.
Segundo um dirigente que esteve na reunião, o Flamengo alegou que precisava ter acesso a uma gama de documentações para chancelar o voto do balanço do exercício de 2015.
Quem assinou a ata pelo clube foi o advogado Michel Assef Filho. Mas ele precisou sair. Na hora da votação, o gerente jurídico André Galdeano era quem estava presente. Como o nome na ata era o de Michel, foi necessária a aprovação, depois da sugestão do presidente da Ferj, Rubens Lopes, para aceitação da abstenção do Fla.
O Fluminense não mandou ninguém. O representante costumeiro do clube na Ferj, Marcelo Penha, estava na CBF acompanhando o seminário cuja pauta do dia foi o calendário.
O presidente da Ferj rebateu o Flamengo dizendo que as contas estiveram à disposição para análise desde o dia da convocação e ainda estarão franqueadas a qualquer filiado.
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