O Flamengo conseguiu empate por 2 a 2 com a Chapecoense aos 50 minutos do segundo tempo, nesta quarta-feira, em Volta Redonda, mas o fato de não ter perdido foi incapaz de diminuir a insatisfação dos torcedores, que novamente chamou o time de "sem vergonha".
Juan se machucou no lance em que Diego Real marcou a penalidade. Segundo o zagueiro, a lesão só ocorreu justamente por não ter alcançado nem o jogador nem a bola. (veja acima)
- Temos que comemorar, infelizmente. Nem vou criticar a arbitragem, mas mudou a história do jogo. Tomamos um gol ilegal. Justamente pelo fato de eu não chegar na bola, senti a perna. Não tive nem força para chegar na bola - afirmou o capitão rubro-negro.
Emerson Sheik, por sua vez, disse compreender os protestos após o apito final, mas destacou o trabalho coletivo e defendeu a diretoria rubro-negra, pressionada ao extremo diante do péssimo momento do Flamengo.
- Difícil. Não encaixa, a torcida pega no pé e com razão porque o time nesse primeiro semestre não foi bem, mas certamente vale pela dedicação dos atletas, da comissão técnica e principalmente da diretoria, que vem sendo muito criticada, mas que se faz presente no dia a dia do clube. A gente sabe que está difícil, mas sabemos que temos apoio da diretoria e que temos como lutar para melhorar - afirmou.
Sheik também lamentou a ausência de Muricy Ramalho, porém tratou de valorizar o trabalho de Jayme de Almeida, que dirigiu o Flamengo nos últimos dois jogos.
- Muricy certamente faz falta, é o nosso comandante, está entre os melhores treinadores do nosso país e faz falta. O Jayme, na medida do possível, também está tentando melhorar o time. Vamos continuar. Acho que torcedor tem direito de reivindicar e pegar no pé, e isso é até legal porque eles sabem que de certa forma a gente pode melhorar.
Para enviar comentários, você precisa estar cadastrado
e logado no nosso site. Para se cadastrar, clique Aqui. Para fazer login, clique Aqui ou Conecte com Facebook.
Comentários do Facebook -