Pouco antes da partida entre Santos e Flamengo, na tarde dete domingo, uma enorme fila ao redor do Estádio Mané Garrincha, em Brasília, com cerca de três quilômetros, sendo a maioria dos torcedores rubro-negros. Relatos dão conta de que há alguns detectores de metais que não estão funcionando - informação ainda não confirmada pela organização -, o que tem dificultado ainda mais a vida de quem tenta entrar no estádio.
Como só há uma torre para sinal de celular no Mané Garrincha e há muita gente, o sinal está muito ruim e a comunicação prejudicada.
Este é o segundo evento teste no estádio, construído para a Copa das Confederações e Copa do Mundo, e ainda há muita falta de organização. Na véspera da partida desta tarde o local ainda era um canteiro de obra.
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