Diretor artístico tenta explicar buraco no meio do gramado do Maracanã
Marcelo Rubens Paiva publica coluna no "Estado de S. Paulo" em que explica polêmica gerada com buraco exposto no gramado do estádio carioca

Gramado do Maracanã está com buraco após uso de máquina para a cerimônia de abertura da Paralimpíada (Foto: Editoria de arte)
Depois da publicação da foto que mostrou a cratera que está aberta no gramado do Maracanã, o diretor artístico das cerimônias de abertura e encerramento da Paralimpíada, Marcelo Rubens Paiva, deu sua versão dos fatos. O jornalista e escritor reiterou na coluna que tem no jornal "O Estado de S. Paulo" que o buraco é de apenas 30 centímetros e que não é isso que vai atrasar a devolução do estádio ao futebol.
No texto, o jornalista destaca que a ideia inicial de instalar o robô que "dançou" com a atleta paralímpica de snowboard Amy Purdy, era de deixar o palco a dois metros de altura. Só que se fosse feito dessa forma, os atletas cadeirantes, que pediram para entrar no começo, não conseguiriam assistir ao espetáculo.
- Decidiu-se cavar um buraco de 30 cm para encaixá-lo e atender ao pedido dos atletas. O palco ficou com 1 metro de altura. Não afetou a irrigação, nem é esta a obra que atrasará ou não atrasará a devolução do estádio ao futebol. Data que foi marcada pelo comitê há anos. O buraco será tapado em horas - escreveu o jornalista.
Além da coluna publicada no jornal, Marcelo Rubens Paiva também respondeu em sua conta no Twitter algumas pessoas que demonstraram incômodo com o buraco no gramado do Maracanã.
Depois da publicação da foto que mostrou a cratera que está aberta no gramado do Maracanã, o diretor artístico das cerimônias de abertura e encerramento da Paralimpíada, Marcelo Rubens Paiva, deu sua versão dos fatos. O jornalista e escritor reiterou na coluna que tem no jornal "O Estado de S. Paulo" que o buraco é de apenas 30 centímetros e que não é isso que vai atrasar a devolução do estádio ao futebol.
No texto, o jornalista destaca que a ideia inicial de instalar o robô que "dançou" com a atleta paralímpica de snowboard Amy Purdy, era de deixar o palco a dois metros de altura. Só que se fosse feito dessa forma, os atletas cadeirantes, que pediram para entrar no começo, não conseguiriam assistir ao espetáculo.
- Decidiu-se cavar um buraco de 30 cm para encaixá-lo e atender ao pedido dos atletas. O palco ficou com 1 metro de altura. Não afetou a irrigação, nem é esta a obra que atrasará ou não atrasará a devolução do estádio ao futebol. Data que foi marcada pelo comitê há anos. O buraco será tapado em horas - escreveu o jornalista.
Além da coluna publicada no jornal, Marcelo Rubens Paiva também respondeu em sua conta no Twitter algumas pessoas que demonstraram incômodo com o buraco no gramado do Maracanã.
1995 visitas - Fonte: Globoesporte
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Comentários
3 comentáriosFaça login para comentar ou cadastre-se.
Por isso o estado tá falido por causa de uma mera de olimpíadas.
Além de acabar com estádio vai ficar um baita rombo nos cofres públicos.
essa porcaria de olimpíadas so para dar gastos investiu milhões nessa merda para a saúde educação o governo não tem dinheiro mais uma vez faz festa para os outros brilharem ridículos pateticos
