Flamengo pode levar punição após briga entre torcidas organizadas
Presidente da Fberj, Álvaro Lionides, diz que caso será analisado por procurador

Flamengo x Vasco teve confronto entre torcedores de organizadas do Flamengo (Foto: André Durão)
O Flamengo poderá ser punido por causa da briga entre integrantes de duas de suas facções, a Raça Rubro-Negra e a Torcida Jovem, na noite desta segunda-feira, no Tijuca, na derrota de 82 a 77 para o Vasco, pelo Estadual Masculino de Basquete. Segundo o presidente da Federação Estadual de Basquete (Fberj), Álvaro Lionides, o relatório da partida será enviado ainda nesta terça-feira para a Procuradoria do Tribunal de Justiça do Basquete pelo delegado do jogo, Luiz Cláudio dos Anjos.
Com o documento em mãos, um procurador será sorteado para analisar o caso e decidir se cabe o enquadramento do rubro-negro e em qual artigo do código. Tal decisão terá de ser rápida, já que o Estadual vai terminar no fim deste mês, antes da abertura do NBB em novembro.
Embora se tratasse de um jogo de torcida única, a do Flamengo, por determinação do Grupamento Especial de Policiamento de Estádios (Gepe), adeptos da Raça e da Jovem brigaram por duas vezes ao longo da partida. Um dos atos de selvageria ocorreu pouco antes do intervalo, fazendo com que a Polícia Militar tivesse de agir com energia e de usar gás de pimenta. Isso fez com que a partida fosse paralisada por cerca de 15 minutos. A outra confusão se deu quase ao fim do clássico e fez com que o jogo ficasse parado por cinco minutos.
O presidente Lionides lembrou que a ideia da adoção de partidas com torcida única em ginásios menores como os do Tijuca, General Severiano e São Januário, havia sido do próprio Gepe, que não garantiria a segurança dos clássicos caso houvesse torcidas de dois clubes. Essa determinação será mantida, por exemplo, na sexta-feira, quando o Vasco vai receber o Botafogo em São Januário. O dirigente lamentou que ginásios com maiores capacidades de público, como o Maracanãzinho e a Arena Carioca 1 ainda não tenham sido liberados após a Olimpíada, e que o aluguel da Arena Olímpica custe cerca de R$ 100 mil.
Também nesta terça-feira, o Gepe informou que ninguém foi detido devido à confusão entre os rubro-negros e antecipou que não vai pedir que haja jogos sem torcida. Mas vai reforçar policiamento para o próximo clássico.
O Flamengo poderá ser punido por causa da briga entre integrantes de duas de suas facções, a Raça Rubro-Negra e a Torcida Jovem, na noite desta segunda-feira, no Tijuca, na derrota de 82 a 77 para o Vasco, pelo Estadual Masculino de Basquete. Segundo o presidente da Federação Estadual de Basquete (Fberj), Álvaro Lionides, o relatório da partida será enviado ainda nesta terça-feira para a Procuradoria do Tribunal de Justiça do Basquete pelo delegado do jogo, Luiz Cláudio dos Anjos.
Com o documento em mãos, um procurador será sorteado para analisar o caso e decidir se cabe o enquadramento do rubro-negro e em qual artigo do código. Tal decisão terá de ser rápida, já que o Estadual vai terminar no fim deste mês, antes da abertura do NBB em novembro.
Embora se tratasse de um jogo de torcida única, a do Flamengo, por determinação do Grupamento Especial de Policiamento de Estádios (Gepe), adeptos da Raça e da Jovem brigaram por duas vezes ao longo da partida. Um dos atos de selvageria ocorreu pouco antes do intervalo, fazendo com que a Polícia Militar tivesse de agir com energia e de usar gás de pimenta. Isso fez com que a partida fosse paralisada por cerca de 15 minutos. A outra confusão se deu quase ao fim do clássico e fez com que o jogo ficasse parado por cinco minutos.
O presidente Lionides lembrou que a ideia da adoção de partidas com torcida única em ginásios menores como os do Tijuca, General Severiano e São Januário, havia sido do próprio Gepe, que não garantiria a segurança dos clássicos caso houvesse torcidas de dois clubes. Essa determinação será mantida, por exemplo, na sexta-feira, quando o Vasco vai receber o Botafogo em São Januário. O dirigente lamentou que ginásios com maiores capacidades de público, como o Maracanãzinho e a Arena Carioca 1 ainda não tenham sido liberados após a Olimpíada, e que o aluguel da Arena Olímpica custe cerca de R$ 100 mil.
Também nesta terça-feira, o Gepe informou que ninguém foi detido devido à confusão entre os rubro-negros e antecipou que não vai pedir que haja jogos sem torcida. Mas vai reforçar policiamento para o próximo clássico.
4953 visitas - Fonte: Globoesporte
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Comentários
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torcedores nada isso ai são bandidos vagabundos que os próprios clubes sustentam tai olha o lucro que eles dão em troca e ninguém faz nada pra acabar com esses marginais estão afastando os verdadeiros torcedores dos estádios
libera prá vagabundos ou torcedor cadeia já porra .
Eu não vou aos estádios por causa dos brigões marginais acorda dirigentes ou fecha as portas.
São todos marginais prejudicar o clube seu otário.
liberar o Maracanãzinho logo todos os clássicos são de risco respeitar o torcedor fanático por basquete no rio
