Marcelo Cirino entrou no segundo tempo da goleada do Fla no último sábado
Principal empecilho para o acordo, o presidente do Conselho Deliberativo do Atlético-PR, Mario Celso Petraglia, voltou a conversar com a diretoria colorada e se mostrou inclinado a aceitar a oferta para a ida do atacante para o Beira Rio. O time de Arena da Baixada é dono de 50% de seus direitos econômicos e tem de dar o seu aval para que o negócio avance.
Os representantes do atleta monitoram a situação com otimismo.
Acompanhado de sua esposa, Cirino chegou a ser liberado pelo Fla recentemente para viajar até Curitiba, mas nega que tenha se reunido com a cúpula de seu ex-clube.
Ele foi utilizado pelo técnico Zé Ricardo na goleada de 4 a 0 sobre o Nova Iguaçu, no último fim de semana, e entrou no lugar do garoto Adryan aos 15 minutos do segundo tempo. Ao fim da partida, ainda agradeceu a confiança do técnico Zé Ricardo.
A princípio, o Inter havia encaminhado oferta de R$ 1,8 milhão para comprar parte de seus direitos econômicos.
A transação é aprovada pelo grupo Doyen, dono dos outros 50%.
Havia a resistência do Atlético-PR em função da falta de compensação financeira e receio com a Série B como vitrine.
O Flamengo teve o auxílio do fundo de investimento para trazer Cirino em 2014. Na ocasião, ficou acertado que o clube precisará pagar R$ 16 milhões ao grupo caso não consiga vender o atleta antes de janeiro de 2018. Se conseguir, o Fla fica com 20% da negociação, o restante vai para a empresa.
Procurado pelo ESPN.com.br, o diretor rubro-negro Rodrigo Caetano disse que nada mudou por enquanto. O cartola colorado Jorge Macedo seguiu na mesma linha.
O discurso no Beira Rio é de que, mesmo com a vinda de Carlos, do Atlético-MG, prossegue a caça no mercado por outro nome para a linha de frente.
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