Herói do Flamengo na vitória sobre o Vasco no último domingo, em Brasília, o atacante Paulinho ainda não se acostumou com o assédio após ter marcado o gol da vitória rubro-negra contra o maior rival.
Nesta segunda-feira, durante desembarque da delegação no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, ele foi cercado por jornalistas, distribuiu autógrafos, posou pata fotos com fãs e confessou ter ficado assustado com o novo papel de protagonista.
A ficha ainda não caiu. É tudo muito intenso. Confesso que ainda estou assustado, sim. Ainda me avisaram que a imprensa poderia querer falar comigo e tal, eu me preparei, mas não imaginei que seria tudo isso”, disse Paulinho, rodeado por câmeras, microfones e gravadores.
Enquanto esperava para entrar no ônibus, novo susto. “Rapaz, todo mundo está falando comigo”, comentou timidamente com o também atacante Nixon, enquanto acenava para taxistas que o exaltavam.
De fato, Paulinho não está acostumado com a fama. Contratado junto ao Mogi Mirim após o Campeonato Paulista, o atacante é conhecido nos bastidores pelo “medo” que tem de entrevistas coletivas e não tem nem mesmo assessor de imprensa, profissional cada vez mais presento no mundo do futebol.
Seleção como sonho
E mesmo sem estar acostumado com o assédio repentino, Paulinho já sabe aonde pretende chegar por conta das boas atuações. “Penso em muitas coisas. Quem joga futebol, pensa primeiro em chegar a um time grande. Depois, em ter boas atuações e chegar até mesmo na seleção. Espero que o Flamengo possa me ajudar a chegar lá. Vou lutar bastante para realizar isso”.
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