Fã de Felipe, goleira diz que frango na piscina é como no futebol: 'Sofro’
Manuela Canetti destaca as diferenças entre a função nos gramados e no polo aquático, mas afirma que o sofrimento quando leva um gol é igual

Nos campos, a função de goleiro é cruel. Constantemente, ele precisa salvar seu time de um fracasso e, quase nunca, tem a chance de aproveitar as glórias de marcar um gol. Agora imagine toda essa responsabilidade somada a um detalhe determinante: defender sem tirar os pés do chão. Essa é a difícil realidade de Manuela Canetti, a goleira da seleção brasileira de polo aquático, que está disputando o Mundial de esportes aquáticos em Barcelona. Mesmo entre esportes tão diferentes, é possível reconhecer algo em comum: a luta para fugir dos frangos.
- São esportes bastante diferentes. No polo, você não coloca o pé no chão, você agarra mais com a parte de cima do corpo. Mas, se o goleiro leva um gol que dava para pegar, é frango da mesma forma. Não tem perdão, não. Mas a torcida pelo menos não é tão cruel – disse Manuela.
A carioca de 24 anos até tentou fugir da dura função de goleira. Quando começou no esporte, chegou a jogar na linha. Em pouco tempo, percebeu, porém, que sua vocação era mesmo proteger as redes. De lá para cá, tomou vários gols e evitou muitos outros. Ainda que nas piscinas os ataques certeiros aconteçam com mais frequência, Manuela garante que o sentimento de frustração é inevitável.
- O jogo de polo tem mais gols do que no futebol, é mais corrido. Ninguém gosta de levar gol. Eu sofro em cada um que levo, assim como um goleiro de futebol. Se eu levar cinco, os cinco vão ser sofridos - disse Manuela, eleita a melhor goleira do Pré-Mundial, em fevereiro, no Canadá.
No futebol, a goleira tem como referência o seu companheiro de clube.
- Sou flamenguista e gosto bastante do Felipe. Acho que ele agarra bem. No polo, o meu ídolo é o André Cordeiro, que jogou muitos anos pela seleção – disse Manuela, que nesta terça-feira defenderá o gol do Brasil na partida contra o Cazaquistão.
- São esportes bastante diferentes. No polo, você não coloca o pé no chão, você agarra mais com a parte de cima do corpo. Mas, se o goleiro leva um gol que dava para pegar, é frango da mesma forma. Não tem perdão, não. Mas a torcida pelo menos não é tão cruel – disse Manuela.
A carioca de 24 anos até tentou fugir da dura função de goleira. Quando começou no esporte, chegou a jogar na linha. Em pouco tempo, percebeu, porém, que sua vocação era mesmo proteger as redes. De lá para cá, tomou vários gols e evitou muitos outros. Ainda que nas piscinas os ataques certeiros aconteçam com mais frequência, Manuela garante que o sentimento de frustração é inevitável.
- O jogo de polo tem mais gols do que no futebol, é mais corrido. Ninguém gosta de levar gol. Eu sofro em cada um que levo, assim como um goleiro de futebol. Se eu levar cinco, os cinco vão ser sofridos - disse Manuela, eleita a melhor goleira do Pré-Mundial, em fevereiro, no Canadá.
No futebol, a goleira tem como referência o seu companheiro de clube.
- Sou flamenguista e gosto bastante do Felipe. Acho que ele agarra bem. No polo, o meu ídolo é o André Cordeiro, que jogou muitos anos pela seleção – disse Manuela, que nesta terça-feira defenderá o gol do Brasil na partida contra o Cazaquistão.
5892 visitas - Fonte: Globo Esporte
Veja também
Danilo revela discussões com Cristiano Ronaldo e expõe o que ouvia do craque
Flamengo dispara na liderança após vitória convincente sobre o Grêmio na 34ª rodada
Gabigol reafirma amor pelo Flamengo e diz que clube carioca é sua verdadeira
Avalie esta notícia
Mais notícias do Flamengo
Comentários
0 comentáriosFaça login para comentar ou cadastre-se.
Nenhum comentário. Seja o primeiro a comentar!
