"Mano trouxe organização e disciplina tática ao time", diz González
Zagueiro também falou, em entrevista coletiva, que todo clássico com Botafogo é inesquecível e, por ser no Maracanã, jogo será ainda mais especial

Do lado de fora do campo, o comandante do Flamengo é Mano Menezes. Mas, dentro das quatro linhas, quem mais orienta o time é o zagueiro González. Como tem consciência tática e observa bem a distribuição de seus companheiros lá de trás, o defensor não tem dúvidas em afirmar que a chegada de Mano elevou a equipe a outro padrão de qualidade.
"Mano Menezes acrescentou muito ao time. É importante sempre trabalhar com esse tipo de técnico, que já trabalhou em alguma seleção nacional. Ele trouxe organização e disciplina tática à equipe", falou o zagueiro chileno.
Durante a entrevista coletiva, González também se mostrou animado com o clássico contra o Botafogo, que será disputado no Maracanã, no próximo domingo (28.07). Além de poder vestir o manto sagrado para um público enorme, a oportunidade de jogar no estádio que já foi palco de tantos jogos históricos entusiasma o atleta.
"Todos os clássicos contra o Botafogo deixam lembranças. É um jogo diferente, que não importa muito a posição de cada time na tabela. Na hora da partida, esquecemos isso. Meu pai sempre me falou do Maracanã. Ele dizia que a torcida comparecia em peso quando o Flamengo jogava lá. Também falava que, em 1950, na final do Brasil contra o Uruguai, a arquibancada estava lotada", disse o defensor rubro-negro.
"Mano Menezes acrescentou muito ao time. É importante sempre trabalhar com esse tipo de técnico, que já trabalhou em alguma seleção nacional. Ele trouxe organização e disciplina tática à equipe", falou o zagueiro chileno.
Durante a entrevista coletiva, González também se mostrou animado com o clássico contra o Botafogo, que será disputado no Maracanã, no próximo domingo (28.07). Além de poder vestir o manto sagrado para um público enorme, a oportunidade de jogar no estádio que já foi palco de tantos jogos históricos entusiasma o atleta.
"Todos os clássicos contra o Botafogo deixam lembranças. É um jogo diferente, que não importa muito a posição de cada time na tabela. Na hora da partida, esquecemos isso. Meu pai sempre me falou do Maracanã. Ele dizia que a torcida comparecia em peso quando o Flamengo jogava lá. Também falava que, em 1950, na final do Brasil contra o Uruguai, a arquibancada estava lotada", disse o defensor rubro-negro.
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