Autor de três gols, Elias brinca com os dois anulados: 'Ia pedir música'
Volante vive noite de goleador no Maracanã e se diverte ao citar quadro do Fantástico. Tom muda ao olhar tabela: 'A gente não merece estar embaixo'

Elias ditou o ritmo do Flamengo no empate com sabor de vitória com o Botafogo. Mas o volante também queria escutar um ritmo musical como recompensa por sua atuação. Em noite de goleador neste domingo, no Maracanã, o camisa 8 rubro-negro fez três gols, mas só o último valeu e garantiu o 1 a 1 no clássico (veja no vídeo ao lado). Os demais foram anulados pelo assistente Luiz Claudio Regazone, um até de forma polêmica. Na saída de campo, o jogador brincou com o incomum fato de virar artilheiro por um dia ao citar o programa "Fantástico", da TV Globo, que homenageia em forma de música os atletas que balançam a rede três vezes numa só partida.
- Sofremos um gol no último minuto contra o Inter e foi dolorido. Mas o Mano sempre fala para não desistirmos nunca. Ia até pedir música para o Fantástico, porque fiz três gols - divertiu-se.
Antes do gol de empate, no último minuto de jogo, Elias guardou outras duas bolas na rede no segundo tempo em lances anulados por impedimento e difíceis para a arbitragem. No primeiro, o volante voltou de uma posição adiantada e apareceu atrás dos zagueiros quando a bola voltou após explodir no travessão. Já o segundo lance foi polêmico. No momento do toque de cabeça de Marcelo Moreno, o camisa 8 estava milimetricamente na mesma linha que o pé de Dória, encoberto pelo rubro-negro na visão do bandeira. Além disso, Bolíver levou a perna na bola no meio do caminho e levantou outra discussão: se a bola desviou nele, ou se ele tentou o corte e iniciou uma outra jogada.
- Sofremos um gol no último minuto contra o Inter e foi dolorido. Mas o Mano sempre fala para não desistirmos nunca. Ia até pedir música para o Fantástico, porque fiz três gols - divertiu-se.
Antes do gol de empate, no último minuto de jogo, Elias guardou outras duas bolas na rede no segundo tempo em lances anulados por impedimento e difíceis para a arbitragem. No primeiro, o volante voltou de uma posição adiantada e apareceu atrás dos zagueiros quando a bola voltou após explodir no travessão. Já o segundo lance foi polêmico. No momento do toque de cabeça de Marcelo Moreno, o camisa 8 estava milimetricamente na mesma linha que o pé de Dória, encoberto pelo rubro-negro na visão do bandeira. Além disso, Bolíver levou a perna na bola no meio do caminho e levantou outra discussão: se a bola desviou nele, ou se ele tentou o corte e iniciou uma outra jogada.
7998 visitas - Fonte: Globo Esporte
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