Má campanha gera pressão por aumento de gasto e reforços no Fla

A péssima fase do Flamengo no Brasileiro – está na zona de rebaixamento – levou ao crescimento de corrente entre os conselheiros de situação que pede reforços imediatamente para o time. Isso representaria uma quebra na política de contenção de gastos da diretoria rubro-negra, que só quer contratar com baixos custos.
Para conselheiros fortes dentro do clube, aliados da cúpula, a estratégia de não usar mais dinheiro do que o disponível é correta, mas tem que ser relativizada quando há situação de perigo para o time. Pensam dessa forma ex-presidentes, e membros com cargos altos no conselho.
“Tem que ser inventivo. Quando eu era presidente também não tinha dinheiro. Mas eu trouxe o Adriano, o Pet, o Alvaro e fomos campeões brasileiros”, afirmou o presidente do Conselho Deliberativo, Delair Dumbrosck, que assumiu o clube em 2009.
Para ele, a atual diretoria é bem intencionada, mas deixou passar a oportunidade de contratar jogadores tarimbados no início do ano que viriam sem o custo da transferência. Citou como exemplos Lugano, Zé Roberto e Lúcio, que não deu certo no São Paulo onde discute sua rescisão.
Outra opinião entre os conselheiros é de que, sem um time forte, a diretoria vai perder o apoio dos torcedores. Isso vai afetar diretamente receitas como o sócio-torcedor, alegam os membros da situação. Ou seja, defendem que deve haver um equilíbrio entre a contenção do custo de futebol, e a necessidade de investimento para reforçar o elenco.
Houve uma promessa de contratar novos jogadores de peso quando o técnico Mano Menezes fechou com o clube. Mas, até agora, só o lateral-esquerdo André Santos chegou ao time.
Dentro do Conselho Diretor, há também insatisfação com o futebol do time, mas o consenso é de que a política de limitação de gastos deve ser mantida. As últimas avaliações mostraram que o orçamento do clube continua muito apertado, e que tem sido difícil manter os salários e impostos em dia.
Neste cenário, não se cogita mudar o rumo e sair gastando em meio à crise no futebol. Mas a cada resultado ruim a pressão aumenta para que se abra o cofre.também estão no cardápio até o evento principal. A bola rola às 16h30 (horário de Brasília).
Para conselheiros fortes dentro do clube, aliados da cúpula, a estratégia de não usar mais dinheiro do que o disponível é correta, mas tem que ser relativizada quando há situação de perigo para o time. Pensam dessa forma ex-presidentes, e membros com cargos altos no conselho.
“Tem que ser inventivo. Quando eu era presidente também não tinha dinheiro. Mas eu trouxe o Adriano, o Pet, o Alvaro e fomos campeões brasileiros”, afirmou o presidente do Conselho Deliberativo, Delair Dumbrosck, que assumiu o clube em 2009.
Para ele, a atual diretoria é bem intencionada, mas deixou passar a oportunidade de contratar jogadores tarimbados no início do ano que viriam sem o custo da transferência. Citou como exemplos Lugano, Zé Roberto e Lúcio, que não deu certo no São Paulo onde discute sua rescisão.
Outra opinião entre os conselheiros é de que, sem um time forte, a diretoria vai perder o apoio dos torcedores. Isso vai afetar diretamente receitas como o sócio-torcedor, alegam os membros da situação. Ou seja, defendem que deve haver um equilíbrio entre a contenção do custo de futebol, e a necessidade de investimento para reforçar o elenco.
Houve uma promessa de contratar novos jogadores de peso quando o técnico Mano Menezes fechou com o clube. Mas, até agora, só o lateral-esquerdo André Santos chegou ao time.
Dentro do Conselho Diretor, há também insatisfação com o futebol do time, mas o consenso é de que a política de limitação de gastos deve ser mantida. As últimas avaliações mostraram que o orçamento do clube continua muito apertado, e que tem sido difícil manter os salários e impostos em dia.
Neste cenário, não se cogita mudar o rumo e sair gastando em meio à crise no futebol. Mas a cada resultado ruim a pressão aumenta para que se abra o cofre.também estão no cardápio até o evento principal. A bola rola às 16h30 (horário de Brasília).
5403 visitas - Fonte: UOL
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