Carrasco do Flamengo, Lauro admite: 'É inacreditável como fiz dois gols'
Após garantir empate com o Rubro-Negro, goleiro da Portuguesa afirma nunca ter treinado cabeceio e que atuaria na linha, no máximo, como volante

Dez anos depois do primeiro gol de sua carreira, Lauro voltou a balançar a rede na última quarta-feira, novamente contra o Flamengo. O goleiro da Portuguesa garantiu o empate em 1 a 1 com o Rubro-Negro em um cabeceio no lance derradeiro da partida, no Mané Garrincha, em Brasília. Em entrevista ao "Arena SporTV", o jogador admitiu, no entanto, nunca ter ensaiado a jogada e se disse pouco habilidoso como atacante.
- Não treino, sou péssimo cabeceando. Poderia falar que sou o cara, mas é o contrário, jogo mal. Se pudesse dar uma camisa do "Inacreditável", seria para mim, é inacreditável como eu fiz dois gols. Jogo de volante, até tenho qualidade, mas com cabeceio sou péssimo - disse.
Lauro tornou-se herói em 2003, quando defendia a Ponte Preta, e marcou de cabeça aos 52 minutos do segundo tempo em um jogo diante do Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro. O tento garantiu a permanência da Macaca na Série A.
Embora não seja um grande cabeceador, Lauro disse que sempre guardou a técnica ensinada por um treinador, da época em que jogava no interior de São Paulo.
- Lembro quando jogava em Andradina, os treinadores diziam aos atacantes que é "queixo no ombro". Os dois lances, quando lembrei, foi assim e deu certo.
- Não treino, sou péssimo cabeceando. Poderia falar que sou o cara, mas é o contrário, jogo mal. Se pudesse dar uma camisa do "Inacreditável", seria para mim, é inacreditável como eu fiz dois gols. Jogo de volante, até tenho qualidade, mas com cabeceio sou péssimo - disse.
Lauro tornou-se herói em 2003, quando defendia a Ponte Preta, e marcou de cabeça aos 52 minutos do segundo tempo em um jogo diante do Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro. O tento garantiu a permanência da Macaca na Série A.
Embora não seja um grande cabeceador, Lauro disse que sempre guardou a técnica ensinada por um treinador, da época em que jogava no interior de São Paulo.
- Lembro quando jogava em Andradina, os treinadores diziam aos atacantes que é "queixo no ombro". Os dois lances, quando lembrei, foi assim e deu certo.
2967 visitas - Fonte: Globo Esporte
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