A crise na diretoria do Flamengo tem um nome: Paulo Pelaipe. Por causa do diretor executivo de futebol, o vice de relações externas do Flamengo, Flávio Godinho, abandonou o barco. E há mais gente que, assim como ele, defende a saída de Pelaipe: Luiz Eduardo Baptista (marketing), Rodrigo Tostes (finanças) e Alexandre Wrobel (patrimônio) querem mudança no setor.
Não será surpresa se qualquer um dos três seguir o rumo de Godinho nos próximos dias. No último sábado, Pelaipe foi o pivô de uma acalorada discussão entre alguns dirigentes do Flamengo no clube Marimbás, em Copacabana. O clima azedou.
Na gestão do presidente Eduardo Bandeira de Mello, o Flamengo já sofreu outras baixas. O primeiro a sair foi João Henrique Areias, ex-diretor de marketing. José Carlos Dias, vice do Fla-Gávea, deixou o clube em fevereiro e, há pouco mais de um mês, quem saiu foi o diretor-geral Marcelo Corrêa.
Dessa vez, todos estão irredutíveis. O vice de futebol Wallim Vasconcellos continua resistindo à pressão e, por enquanto, segue abraçado a Paulo Pelaipe.
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