A relação entre Flamengo e o novo Maracanã mal começou e já parace estar perto do final. Insatisfeito com os termos apresentados pelo novo consórcio para jogar no local, o clube cogita não realizar mais partidas no Rio esse ano e pode continuar mandando seus jogos em Brasília. A esperança do Rubro-Negro é que o Governo do Estado assuma a gestão.
Os cariocas jogaram apenas duas vezes no Maracanã desde o seu retorno. Nos clássicos contra Botafogo e Fluminense, só foi mandante contra o Alvinegro. E foi justamente após o confronto que a diretoria começou a mostrar sua insatisfação. O clube teve que pagar ao consórcio R$ 1.081.568,41 para utilização do estádio e teve direito a R$ 1.081.423,31 da renda, mas, como R$ 162.213,50 foram penhoras, bateram nos cofres do clube apenas R$ 919.209,81.
Nesse momento, só uma mudança de postura do Consórcio SA faria o Rubro-Negro repensar a decisão e atuar no principal palco do futebol carioca. O contrato com duração de seis meses tem o intuito de justamente analisar os números para futuramente assinar um vínculo maior. E já no início a diretoria percebeu que os prejuízos tem sido muito maiores.
A postura radical é uma forma de pressionar o consórcio. Internamente, o Flamengo torce para que o Governo cancele a concessão. Atuando a maioria das vezes no Mané Garrincha, o clube possui a segunda maior médida de público do Brasileirão.
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