Governo do Rio recebe nova proposta da Concessionária para o Maracanã
Documentação foi protocolada na tarde desta segunda-feira na Casa Civil e será avaliada e resultado não tem data para acontecer

A Concessionária Complexo Maracanã Entretenimento S.A. (Odebrecht, IMX e AEG) entregou na tarde desta segunda-feira à Casa Civil um novo plano de viabilidade para o complexo esportivo. O documento foi protocolado e vai ser analisado pelo Governo do Rio de Janeiro, que não deu prazo para dizer se manterá o contrato ou retomará o comando do espaço. Com o ato, o grupo que venceu a licitação acaba com o boato de que poderia deixar de administrá-lo.
A nova proposta para gerenciar o Complexo do Maracanã acabou sendo feita após o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, decidir cancelar a demolição do Parque Aquático Júlio Delamare, do Estádio de Atletismo Célio de Barros e da Escola Municipal Friedenreich, que dariam lugar a um museu do futebol multimídia, com lojas, restaurante e estacionamento. Além disso, haveria a construção de dois edifícios garagem de 22 metros de altura. Com as demolições vetadas, o grupo planeja utilizar a Quinta da Boa Vista, próxima ao estádio, para lucrar.
O projeto de demilição acabou gerando muita revolta,
principalmente de atletas que frenquentavam as instalações esportivas. Diversas manifestações foram feitas, inclusive pela saída dos índios da Aldeia Maracanã. Assim, o governador acabou sendo forçado a voltar atrás e manter
Mesmo com a mudança, o Complexo Maracanã Entretenimento S.A se comprometeu a manter o investimento de R$ 594 milhões, além do aluguel de R$ 5,5 milhões ao ano.
A nova proposta para gerenciar o Complexo do Maracanã acabou sendo feita após o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, decidir cancelar a demolição do Parque Aquático Júlio Delamare, do Estádio de Atletismo Célio de Barros e da Escola Municipal Friedenreich, que dariam lugar a um museu do futebol multimídia, com lojas, restaurante e estacionamento. Além disso, haveria a construção de dois edifícios garagem de 22 metros de altura. Com as demolições vetadas, o grupo planeja utilizar a Quinta da Boa Vista, próxima ao estádio, para lucrar.
O projeto de demilição acabou gerando muita revolta,
principalmente de atletas que frenquentavam as instalações esportivas. Diversas manifestações foram feitas, inclusive pela saída dos índios da Aldeia Maracanã. Assim, o governador acabou sendo forçado a voltar atrás e manter
Mesmo com a mudança, o Complexo Maracanã Entretenimento S.A se comprometeu a manter o investimento de R$ 594 milhões, além do aluguel de R$ 5,5 milhões ao ano.
3951 visitas - Fonte: Globo Esporte
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