A diretoria do Flamengo se revoltou com a diferença de tratamento dado pela Prefeitura do Rio sobre os pedidos do clube e da Conmebol para liberação de público parcial no Maracanã. A entidade sul-americana teve a solicitação de 10% da capacidade do estádio autorizada pelas secretarias de saúde do Município e do Estado do Rio nesta sexta-feira.
Há menos de dois meses, os mesmos órgãos sanitários vetaram o pedido do Flamengo e da Federação de Futebol do Rio (Ferj) para autorizar a liberação de parte do estádio para a final do Carioca, contra o Fluminense. Na ocasião, a justificativa foi que o protocolo rubro-negro e do Maracanã carecia de detalhes. A intenção era liberar 25% do público, até 18 mil pessoas.
"E agora, qual vai ser o argumento? Se liberou para a Conmebol, tem que liberar para os clubes", reclamou uma fonte do Flamengo.
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