Não foi apenas contundência que faltou a Pedro e ao ataque do Flamengo no jogo contra o Internacional. Diferentemente dos últimos jogos, o camisa nove foi muito pouco participativo.
Levantamento mostra que o número de interações de Pedro com os demais jogadores no Beira-Rio foi de apenas 9 passes antes da substituição. Gabigol, opção de Sampaoli para permanecer, teve 59.
Mesmo com Pedro tendo saído da partida a 20 minutos do fim, é uma diferença enorme. Ainda que Gabigol se movimente em busca de espaço e interações, Pedro teve números abaixo no quesito.
- A substituição teve relação direta com o que o time precisava: de mais volume. Até a mudança do Pedro, o time estava neutro. Quando vejo que o time está neutro, eu tomo decisões. Era um centroavante ou outro. E tomei a decisão pelo Gabigol - justificou Sampaoli.
No jogo anterior pelo Brasileiro, contra o Coritiba, foram 18 interações do camisa nove, o dobro em relação à partida diante do Internacional. Na Libertadores, o número chegou a 47 na quarta-feira.
Pedro foi o protagonista do jogo contra o Ñublense, com dois gols e ótima participação não só na definição das jogadas, como nas interações de meio-campo.
Ou seja, a dificuldade do adversário e o poder de marcação influenciam diretamente o rendimento do centroavante, que é destaque no Flamengo com 20 participações em gols em 19 jogos.
São 17 gols e três assistências.
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