Neste momento as versões começam a divergir. Matheuzinho treinou sem contrato assinado e, posteriormente, o Alvinegro fez novas exigências para selar o negócio.
O Flamengo vê um erro dos paulistas. O clube alega que autorizou o jogado apenas a fazer os exames médicos e que já houve acordo em 31 de dezembro sem as cláusulas exigidas no fim. No entanto, mesmo com a participação nos treinos, não advertiu o atleta.
Na terça-feira, o Fla pediu que o contrato fosse assinado por Augusto Melo. O presidente, porém, afirmou que não assinaria sem a taxa de vitrine (o Corinthians propôs 20%), com o valor pré-fixado em 11 milhões de euros e a cláusula de retorno imediato.
O Corinthians acreditou que se chegaria a um acordo pela boa relação dos clubes. O Flamengo, porém, bateu o pé sobre as condições que já estavam acordadas antes. Internamente o clube paulista admite que poderia ter esperado, mas diz que o aval do Flamengo para os exames era suficiente para os treinos.
O estafe do jogador não aprovou a forma como o episódio foi conduzido. O entendimento era de que o acordo já estava sacramentado e, por isso, ele viajou para São Paulo. Depois de assinar o contrato, o presidente do Corinthians mudou de ideia e pediu as cláusulas, voltando atrás em algo já certo. O jogador ficou exposto e em uma situação desconfortável.
Sem acordo, Matheuzinho voltou ao Rio de Janeiro. Ele foi ao Ninho do Urubu nesta quarta-feira para se reapresentar após o pedido do Flamengo pelo retorno imediato.
838 visitas - Fonte: uol
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