A primeira janela de transferências do futebol brasileiro de 2024 termina nesta quinta-feira. E em valores absolutos, ela se fecha com o maior investimento da história do Flamengo junto com a janela de verão de 2020. Com só três contratações, o Rubro-Negro investiu R$ 158,1 milhões. Foram R$ 77,7 milhões depositados à vista na conta do River Plate por De la Cruz; R$ 42,8 milhões parcelados com a Roma por Matias Viña e R$ 37,6 milhões com o Bragantino por Léo Ortiz. Nas contratações do lateral-esquerdo e do zagueiro ainda há dois bônus de 1 milhão de euros (R$ 5,3 milhões cada) por títulos que podem engordar as cifras para R$ 168,7 milhões. A última vez que o Flamengo investiu tão pesado assim numa janela foi no início de 2020. Na época, o Rubro-Negro contratou o dobro de jogadores, seis, e gastou R$ 159,7 milhões.
Enquanto Gustavo Henrique e Pedro Rocha chegaram sem custos de transferência. Naquele ano, o Flamengo foi campeão carioca, da Supercopa do Brasil e da Recopa Sul-Americana no primeiro semestre, e no segundo conquistou o Campeonato Brasileiro. O ge consultou os balanços do Flamengo desde 2019, quando o clube voltou a investir pesado no mercado, para fazer o levantamento, e não levou em consideração os valores gastos em luvas e intermediações. Contratações feitas para a base também não foram contabilizadas. Valor no limite do orçamento A segunda maior quantia investida pelo Flamengo em uma janela ficou no limite, mas sem estourar o orçamento. Em dezembro, o Conselho de Administração estipulou como teto para contratações o valor de 30 milhões de euros, ou seja, R$ 160,5 milhões na cotação atual. Porém, os R$ 158,1 milhões gastos consumiram quase todo o orçado para a temporada em contratações.
Se tivesse acertado com Maycon, do Corinthians, o Flamengo precisaria aprovar uma suplementação no orçamento. O que precisará ser feito para buscar reforços no segundo semestre. Veja todas as janelas desde 2019: ... (continuação do texto)





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