A negociação do Flamengo para comprar o Leixões, clube de Portugal, estava praticamente fechada na gestão Landim, mas segundo informações do jornalista Venê Casagrande, em sua conta oficial no X (antigo Twitter), melou. Venê Casagrande: Flamengo tem decisão sobre compra do Leixões-POR Filipe Luís substitui Léo Pereira com jovem da base Flamengo tem recusa do Corinthians por nova multa de Hugo Souza O pedido foi feito pelo próprio Leixões, por entender que o Fla terá uma eleição presidencial em dezembro. O clube português quer esperar para saber qual será o próximo presidente rubro-negro. A conversa está parada e só será retomada (se for retomada) após as eleições. Segundo informações, caso Dunshee seja eleito, com Landim fazendo parte de seu pleito, o negócio pode ser fechado. Venê Casagrande sobre a compra: “A negociação do Flamengo em adquirir o Leixões, de Portugal, “caiu”. O projeto, por ora, não vai para frente. O pedido foi feito pelo próprio clube português por entender que, por ter uma eleição presidencial no Fla em dezembro”, iniciou o jornalista. “O ideal é esperar para saber qual será o mandatário rubro-negro para dar continuidade ao processo. Ou seja: conversas estão paradas e só vão retornar após a eleição do Flamengo (e se voltar)”, concluiu. Rodolfo Landim esteve presente no lançamento da candidatura de Rodrigo Dunshee à presidência do Flamengo PUBLICIDADE PUBLICIDADE Sonho de Landim Rodolfo Landim vê Flamengo como futuro formador do próprio grupo multiclubes, como a Eagle de John Textor e o Grupo City. O Rubro-Negro negociava a compra de 56% das ações do Leixões, de Portugal. Ou seja, seria sócio-majoritário e teria o poder de decisão. Mas Landim entende que o clube não deve parar por aí. PUBLICIDADE PUBLICIDADE Veja também Flamengo é comunicado que Corinthians se recusa a pagar multa por Hugo Souza e finalizará compra “Grupos europeus capitalizados começam com grandes equipes europeias e saem comprando participações em diversos clubes do mundo. O Flamengo é tão grande que a provocação que a gente faz é: por que não o Flamengo ser clube-mãe de uma série de outros clubes pelo mundo formando o seu grupo transnacional? É o que eu falei: pensar pequeno dá o mesmo trabalho que pensar grande. Se os outros puderam, por que a gente não pode? É esse o recado que deixo”, afirmou o presidente rubro-negro ao GE há alguns meses.
Rodolfo Landim esteve presente no lançamento da candidatura de Rodrigo Dunshee à presidência do Flamengo. O Rubro-Negro negociava a compra de 56% das ações do Leixões, de Portugal. Ou seja, seria sócio-majoritário e teria o poder de decisão. Mas Landim entende que o clube não deve parar por aí.
O presidente rubro-negro enxerga o Flamengo como futuro formador do próprio grupo multiclubes, assim como a Eagle de John Textor e o Grupo City. O clube carioca poderia se tornar o clube-mãe de uma série de outros clubes pelo mundo, formando o seu grupo transnacional.





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