Após o fim da temporada, os times brasileiros se movimentam em busca por reforços para 2025. Algumas negociações, porém, prometem virar aquela típica "novela", com longos capítulos à espera de um final feliz – ou não. Contratações, renovações e procura por substitutos estão nas pautas dos clubes, que travam uma batalha no mercado de transferências neste fim de ano em busca dos melhores jogadores para seus elencos. Diante deste cenário, o ESPN.com.br separou cinco casos neste vai e vem que ainda não tiveram desfecho selado. E muita coisa ainda pode mudar...
1) Artur Jorge no Botafogo Campeão da CONMEBOL Libertadores e do Campeonato Brasileiro , Artur Jorge provavelmente não continua no Botafogo . Depois de uma temporada histórica à frente do Glorioso, onde tem contrato até o fim de 2025, o treinador português tem acordo com um time do Qatar . Segundo apurou a ESPN , Artur negociou com o clube catari antes mesmo de conversar com John Textor , dono da SAF alvinegra, o que, entre outros assuntos, causou desconforto nos bastidores. Horas após a publicação da ESPN , o Botafogo se pronunciou e negou que tenha autorizado qualquer clube a conversar diretamente com o português . Reforçou ainda que ele possui contrato até dezembro de 2025. Caso a saída realmente se confirme, a direção botafoguense terá que buscar um novo comandante para a próxima temporada.
2) A busca do Flamengo por um '9' A nova diretoria do Flamengo já trabalha para encontrar o substituto de Gabigol . O atacante não aceitou a proposta de renovação e deixou o clube onde estava desde 2019. Para o seu lugar, a alta cúpula busca um nome com características diferentes de Pedro, que só deve voltar aos gramados no meio do próximo ano por causa de uma grave lesão no joelho esquerdo. Um dos nomes na mira do time carioca é o de Róger Guedes , hoje no Al Rayyan, do Qatar. O clube catari espera receber cerca de 16 milhões de euros, algo em torno de R$ 100 milhões, para liberar o jogador. O que dificulta o negócio, porém, é o alto salário do ex-Corinthians, hoje na casa dos R$ 4 milhões, valor inviável para a realidade rubro-negra e dos demais clubes do Brasil. Será que o Flamengo conseguirá repor o setor?




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