Na última quarta-feira (05), Flamengo, Fluminense e o Estado do Rio de Janeiro chegaram a um acordo para a gestão do Estádio do Maracanã pelos próximos 20 anos. Depois de meses de negociação e concorrência com o Vasco da Gama, as três partes finalmente chegaram a um consenso em relação às despesas do complexo, que inclui o museu do Maracanã e o Maracanãzinho.
O acordo prevê que o Flamengo irá investir 65% dos custos, enquanto o Fluminense arcará com os 35% restantes. Essa diferença se justifica pelo uso do Maracanãzinho pelo rubro-negro para as equipes de vôlei e basquete. No total, serão gastos R$794 milhões em manutenção e pagamento da outorga do Governo, com uma quantia anual de 20,8 milhões destinada ao governo.
Nos dias de jogo, a equipe responsável pela administração do Maracanã ficará com toda a receita do evento, enquanto em shows a divisão será de 65% para o Flamengo e 35% para o Fluminense. Além disso, qualquer equipe que quiser utilizar o estádio precisará do aval das duas administrações.
Em termos financeiros, Flamengo e Fluminense tiveram um excelente desempenho em 2023. O tricolor acumulou a maior receita da história, atingindo 695 milhões, enquanto o rubro-negro superou a marca de 1,3 bilhões, seu melhor resultado mesmo em um dos piores anos da gestão Landim. Esses números refletem um crescimento significativo na receita bruta do Maracanã, apesar do aumento na dívida do Fluminense.




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