Com 16,7% de aproveitamento, Ney Franco tenta levantar o clube e se livrar de marca negativa

18/7/2014 09:53

Com 16,7% de aproveitamento, Ney Franco tenta levantar o clube e se livrar de marca negativa

Com 16,7% de aproveitamento, Ney Franco tenta levantar o clube e se livrar de marca negativa
Ney Franco: mau começo em sua segunda passagem pelo Flamengo começa a ficar marcada por recordes negativos Foto: Fotos de Marcos Tristão

Quando chegou ao Flamengo, em abril, Ney Franco sonhou deixar o time no G-4 até a parada para a Copa e, depois, brigar pelo título. O recesso passou, e o técnico despertou para uma realidade de pesadelo. Na lanterna do Brasileiro, ele tenta não só livrar a equipe da crise como também evitar que seu nome fique marcado negativamente. Se deixasse o clube agora, o treinador teria o pior aproveitamento de um técnico efetivo no comando do Rubro-negro.

Em seis jogos, foram três empates e três derrotas. Dos 18 pontos disputados, acumulou só três — um desempenho de 16,7%. Só técnicos interinos, que comandaram o time em, no máximo, duas partidas, registraram aproveitamento pior na história do clube.

Quem atingiu desempenho idêntico foi Toninho Barroso. Em seis jogos, entre agosto e setembro de 1998, conseguiu os mesmos resultados que Ney. Toninho deixou o cargo justamente após o sexto tropeço — uma derrota para a Portuguesa que entrou para a história, pois o então presidente Kléber Leite prometer devolver o valor do ingresso em caso de revés.

Por enquanto, Ney Franco segue firme no cargo e terá, contra o Inter-RS, uma chance de melhorar o retrospecto.

— É o momento de termos persistência e fazer os ajustes. Nós chegamos lá no fundo. Agora é hora de firmar o pé e tomara que, contra o Inter, a gente comece a inverter a situação — afirmou o treinador, ainda em Macaé, logo após a derrota por 2 a 1 para o Atlético Paranaense.

Outros treinadores conseguiram estar em situação pior do que o atual após seis jogos. Em 1933, sob comando de Luiz Gama e Milton Caldas, o Flamengo acumulou cinco derrotas e um empate (5,55% de aproveitamento) no começo de trabalho.

Em 2002, João Carlos somou dois empates e quatro derrotas (11% de aproveitamento). Mas, nos dois casos, os treinadores tiveram um prazo a mais para melhorar os números. Ney, nessa toada, corre risco de não sobreviver por muito mais tempo na panela de pressão rubro-negra.

5822 visitas - Fonte: Extra Globo


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