23/9/2026 17:38
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Flamengo traça plano de naturalização com Arrascaeta e Rossi para driblar corte da CBF
Com dez estrangeiros no elenco e nova regra da CBF até 2030, Flamengo monitora cidadania brasileira de Arrascaeta, Rossi, Varela e Pulgar para abrir vagas.
A canetada da CBF que impõe a redução gradual de jogadores estrangeiros no Campeonato Brasileiro — caindo de oito em 2027 até a trava de cinco em 2030 — já começou a mexer com os gabinetes da Gávea. Com dez atletas de fora do país em seu elenco profissional e tendo sido uma das poucas vozes a votar contra a mudança (ao lado de Bahia e Londrina), o Flamengo estuda brechas jurídicas e monitora de perto os trâmites de naturalização para evitar cortes forçados nos próximos anos.
No topo dessa fila está Arrascaeta. Atuando no futebol nacional desde 2015, quando desembarcou para defender o Cruzeiro antes de chegar ao clube carioca em 2019, o meio-campista uruguaio cumpre com folga os pré-requisitos exigidos pela legislação, como o mínimo de quatro anos ininterruptos de residência no país. O camisa 14 deu entrada formal no pedido de cidadania ainda em 2023; o processo avançou etapas importantes, mas ainda enfrenta amarras administrativas e pendências de órgãos federais para o desfecho positivo.
Situação bem diferente vive o goleiro Agustín Rossi. No clube desde meados de 2023, o arqueiro argentino já contabiliza mais de três temporadas em solo brasileiro, mas descartou qualquer movimento prático para mudar seu status civil no momento.
— Não tenho nenhum trâmite em processo, nada disso. Eu, como argentino, acho que são quatro anos para receber a cidadania, quatro anos de residência. Já levo três, mas… Acho que mesmo assim não sei se deixa de ocupar uma vaga como estrangeiro, não sei bem como é que é isso — admitiu o camisa 1, demonstrando cautela sobre o impacto real esportivo.
A cartilha da diretoria rubro-negra vai além da dupla. Peças consolidadas como o lateral Guillermo Varela e o volante Erick Pulgar já atingiram em 2026 o tempo necessário de permanência para pleitear o passaporte verde e amarelo. Caso os quatro nomes obtenham a cidadania antes da entrada em vigor das diretrizes mais rigorosas, o contingente de gringos no Ninho do Urubu despencaria imediatamente de dez para seis, neutralizando os impactos da regra.
A lista de atletas estrangeiros do Flamengo sob vigilância contratual inclui:
Rossi (contrato até dez/2027 | sem processo aberto)
Arrascaeta (contrato até dez/2028 | processo em andamento)
Guillermo Varela (contrato até dez/2027 | elegível desde 2026)
Erick Pulgar (contrato até dez/2029 | elegível desde 2026)
Nicolás de la Cruz (contrato até jun/2028 | elegível em 2028)
Saúl (contrato até dez/2028 | elegível em 2029)
Gonzalo Plata (contrato até jun/2029 | elegível em 2028)
Jorge Carrascal (contrato até jun/2029 | elegível em 2029)
Anthony Valencia (contrato até dez/2031 | elegível em 2030)
Freitas (contrato até dez/2031 | elegível em 2030)
O aperto imposto pela confederação estabelece o limite de oito relacionados já na temporada 2027, encolhendo para sete em 2028, seis em 2029 e fechando a cota final em cinco atletas por partida a partir de 2030. Diante de um elenco internacional e contratos longos, a estratégia de agilizar os processos de naturalização virou prioridade estratégica nos bastidores para manter a competitividade sem desmanchar a espinha dorsal da equipe.
No topo dessa fila está Arrascaeta. Atuando no futebol nacional desde 2015, quando desembarcou para defender o Cruzeiro antes de chegar ao clube carioca em 2019, o meio-campista uruguaio cumpre com folga os pré-requisitos exigidos pela legislação, como o mínimo de quatro anos ininterruptos de residência no país. O camisa 14 deu entrada formal no pedido de cidadania ainda em 2023; o processo avançou etapas importantes, mas ainda enfrenta amarras administrativas e pendências de órgãos federais para o desfecho positivo.
Situação bem diferente vive o goleiro Agustín Rossi. No clube desde meados de 2023, o arqueiro argentino já contabiliza mais de três temporadas em solo brasileiro, mas descartou qualquer movimento prático para mudar seu status civil no momento.
— Não tenho nenhum trâmite em processo, nada disso. Eu, como argentino, acho que são quatro anos para receber a cidadania, quatro anos de residência. Já levo três, mas… Acho que mesmo assim não sei se deixa de ocupar uma vaga como estrangeiro, não sei bem como é que é isso — admitiu o camisa 1, demonstrando cautela sobre o impacto real esportivo.
A cartilha da diretoria rubro-negra vai além da dupla. Peças consolidadas como o lateral Guillermo Varela e o volante Erick Pulgar já atingiram em 2026 o tempo necessário de permanência para pleitear o passaporte verde e amarelo. Caso os quatro nomes obtenham a cidadania antes da entrada em vigor das diretrizes mais rigorosas, o contingente de gringos no Ninho do Urubu despencaria imediatamente de dez para seis, neutralizando os impactos da regra.
A lista de atletas estrangeiros do Flamengo sob vigilância contratual inclui:
Rossi (contrato até dez/2027 | sem processo aberto)
Arrascaeta (contrato até dez/2028 | processo em andamento)
Guillermo Varela (contrato até dez/2027 | elegível desde 2026)
Erick Pulgar (contrato até dez/2029 | elegível desde 2026)
Nicolás de la Cruz (contrato até jun/2028 | elegível em 2028)
Saúl (contrato até dez/2028 | elegível em 2029)
Gonzalo Plata (contrato até jun/2029 | elegível em 2028)
Jorge Carrascal (contrato até jun/2029 | elegível em 2029)
Anthony Valencia (contrato até dez/2031 | elegível em 2030)
Freitas (contrato até dez/2031 | elegível em 2030)
O aperto imposto pela confederação estabelece o limite de oito relacionados já na temporada 2027, encolhendo para sete em 2028, seis em 2029 e fechando a cota final em cinco atletas por partida a partir de 2030. Diante de um elenco internacional e contratos longos, a estratégia de agilizar os processos de naturalização virou prioridade estratégica nos bastidores para manter a competitividade sem desmanchar a espinha dorsal da equipe.
Postado por
Enzo
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25 visitas - Fonte: Torcida Flamengo
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