30/9/2026 17:53
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Prazos e detalhes da cirurgia: médico do Flamengo detalha lesão e recuperação de Arrascaeta
Chefe do DM do Flamengo, Fernando Sassaki explica cirurgia no punho de Arrascaeta, descarta uso de tala e estima retorno aos gramados entre 6 e 8 semanas.
A apreensão nos bastidores do Ninho do Urubu ganhou respostas clínicas definitivas na tarde desta quarta-feira (30). Em pronunciamento à FlamengoTV, o chefe do departamento médico rubro-negro, Fernando Sassaki, destrinchou a gravidade da lesão sofrida por Giorgian De Arrascaeta a serviço da seleção uruguaia e confirmou que o meia-atacante passará por intervenção cirúrgica já no início da tarde desta quinta-feira (1º). De quebra, o especialista enterrou qualquer hipótese de o camisa 10 atuar no sacrifício com uma tala protetora nas decisões que se avizinham.
O infortúnio ocorreu na goleada do Uruguai por 4 a 1 sobre a Coreia do Sul, quando o atleta se desequilibrou sozinho e apoiou todo o peso do corpo sobre a mão esquerda ao cair no gramado. Os laudos de imagem confirmaram uma fratura do rádio distal com deslocamento ósseo — cenário que inviabiliza condutas conservadoras.
— Quando você avalia essas imagens, nota uma deformidade importante, e isso, de cara, já define o tratamento cirúrgico. A fratura do rádio distal consiste em recolocar esse osso no lugar e posicionar uma placa anatômica fixada com parafusos. O osso fica estável de imediato, permitindo que o atleta fique com o braço liberado para movimentação e mantenha o condicionamento físico — explicou Sassaki.
O médico também rebateu questionamentos da torcida sobre o uso de órteses para acelerar a volta do jogador aos gramados. Segundo o chefe do DM, o tratamento sem cirurgia exigiria uma imobilização axilo-palmar — engessando o braço da axila até os dedos —, o que destruiria a biomecânica de corrida e o equilíbrio do jogador para chutar e disputar bolas.
Com desembarque previsto no Rio de Janeiro ainda nesta quarta para rever familiares e descansar, o astro passará por nova bateria de exames pré-operatórios antes de ir à mesa de cirurgia. O procedimento será conduzido por Sassaki em conjunto com o ortopedista e traumatologista Roberto Feres, especialista no segmento.
A estimativa interna para a volta de Arrascaeta aos campos gira entre 6 e 8 semanas — prazo inferior ao período de 8 a 12 semanas habitual para a população civil, graças à estrutura de ponta do centro de treinamento carioca. Ainda assim, o tempo de molho confirma o pior temor da comissão técnica de Leonardo Jardim: o capitão é baixa certa para a semifinal da Copa Libertadores e para rodadas cruciais na corrida pelo título do Campeonato Brasileiro.
O infortúnio ocorreu na goleada do Uruguai por 4 a 1 sobre a Coreia do Sul, quando o atleta se desequilibrou sozinho e apoiou todo o peso do corpo sobre a mão esquerda ao cair no gramado. Os laudos de imagem confirmaram uma fratura do rádio distal com deslocamento ósseo — cenário que inviabiliza condutas conservadoras.
— Quando você avalia essas imagens, nota uma deformidade importante, e isso, de cara, já define o tratamento cirúrgico. A fratura do rádio distal consiste em recolocar esse osso no lugar e posicionar uma placa anatômica fixada com parafusos. O osso fica estável de imediato, permitindo que o atleta fique com o braço liberado para movimentação e mantenha o condicionamento físico — explicou Sassaki.
O médico também rebateu questionamentos da torcida sobre o uso de órteses para acelerar a volta do jogador aos gramados. Segundo o chefe do DM, o tratamento sem cirurgia exigiria uma imobilização axilo-palmar — engessando o braço da axila até os dedos —, o que destruiria a biomecânica de corrida e o equilíbrio do jogador para chutar e disputar bolas.
Com desembarque previsto no Rio de Janeiro ainda nesta quarta para rever familiares e descansar, o astro passará por nova bateria de exames pré-operatórios antes de ir à mesa de cirurgia. O procedimento será conduzido por Sassaki em conjunto com o ortopedista e traumatologista Roberto Feres, especialista no segmento.
A estimativa interna para a volta de Arrascaeta aos campos gira entre 6 e 8 semanas — prazo inferior ao período de 8 a 12 semanas habitual para a população civil, graças à estrutura de ponta do centro de treinamento carioca. Ainda assim, o tempo de molho confirma o pior temor da comissão técnica de Leonardo Jardim: o capitão é baixa certa para a semifinal da Copa Libertadores e para rodadas cruciais na corrida pelo título do Campeonato Brasileiro.
Postado por
Enzo
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53 visitas - Fonte: Torcida Flamengo
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