Veja como o Flamengo quer anular pena na Conmebol

21/2/2018 19:24

Veja como o Flamengo quer anular pena na Conmebol

Jurídico vai pedir arquivamento de punição e leva à audiência atuação federal na segurança pública do Rio, dirigente para depor pela defesa e pena mais branda para morte de 2013 em Oruro (Bolívia)

Veja como o Flamengo quer anular pena na Conmebol
Foto: André Durão / GloboEsporte.com

No lugar da chuteira e da camisa rubro-negra, terno e gravata. O departamento jurídico do Flamengo entra em campo às 10h30, em Luque, na sede da Conmebol, no Paraguai, para audiência considerada fundamental na Libertadores de 2018. Na pauta, o julgamento da punição original de dois jogos sem torcida em casa e a multa de US$ 300 mil, referentes às brigas e confusões na final da Sul-Americana de 2017 no Maracanã.



O Flamengo vai pedir o arquivamento da punição - o que significaria a anulação da pena - ou, pelo menos, a redução da pena e até pena alternativa contra o prejuízo técnico e financeiro de jogar duas partidas sem torcida no estádio de futebol.

Contratado pelo Flamengo, o advogado Pedro Fida, que também representa Paolo Guerrero no julgamento da Corte Arbitral do Esporte (ainda sem data para ser realizada), entrou com medida cautelar - que provoque efeito imediato ao resultado do julgamento. O departamento jurídico tem a esperança de, em caso de reforma da sentença, conseguir vender ingressos e ter torcedores para enfrentar o River Plate no Nilton Santos na próxima quarta-feira (28).

O que o Flamengo vai apresentar em Luque:

Testemunha de defesa - A defesa vai pedir a participação do diretor de Novos Negócios do Flamengo, Marcelo Frazão. O dirigente do Rubro-Negro vai prestar depoimento e vai citar os esforços do clube, junto às autoridades governamentais e de segurança, que incluíram o pedido e alerta de efetivo máximo para a partida da final da Sul-Americana. Havia receio de novos problemas no estádio, pois na final da Copa do Brasil, contra o Cruzeiro, e em outras partidas no Maracanã também houve confusão e brigas nos jogos do Flamengo.

Além disso, o advogado do Flamengo vai apontar que houve efetivo policial e de agentes de segurança inferior a grandes jogos na cidade do Rio de Janeiro, no Maracanã. A narrativa, neste caso, vai lembrar a falência econômica do Estado e os prejuízos à população e, consequentemente, aos eventos de entretenimento na capital, o que inclui o efetivo menor em jogos de futebol.

Intervenção federal no Rio de Janeiro - Aprovada na madrugada dessa quarta-feira, o decreto que autoriza a intervenção federal na segurança pública no Rio de Janeiro será levada para o julgamento do Flamengo. Em primeira instância, no recurso apresentado à Conmebol, o Rubro-Negro já havia citado o descontrole na segurança pública do Estado, mas o decreto, assinado na última sexta-feira (16), pelo presidente da República, Michel Temer, passando para as Forças Armadas os comandos da Polícia Civil e Militar reforça, no entendimento da defesa do Flamengo, que o clube não pode se responsabilizar pela violência nos arredores e no estádio.


A morte de Kevin em Oruro - A morte de Kevin Espada, na Libertadores de 2013, na partida entre San José e Corinthians, em Oruro, será um dos exemplos citados pela defesa rubro-negra como casos mais graves com punição mais branda. Na ocasião, a primeira pena anunciada pela Conmebol era pela proibição de público em todos jogos corintianos na competição internacional naquele ano. A decisão, posteriormente, foi reformada.

O time paulista terminou cumprindo apenas um jogo de punição - que teve quatro torcedores, que conseguiram liminar na Justiça para apoiar o Corinthians do estádio - e a punição terminou sendo de multa (US$ 200 mil), além de jogar sem torcida nas partidas fora de casa por 18 meses.

Sem prejuízo ao espetáculo - Apesar de invasões à praça esportiva (no caso, o Maracanã, com portões derrubados e vandalismo dentro do estádio) e outros casos de desordem, o Rubro-Negro vai defender que os incidentes mais graves foram do lado de fora do estádio, onde a responsabilidade é do Estado, da Polícia Militar. Ou seja, do governo estadual.

Além disso, o jurídico do clube vai lembrar que não houve prejuízo ao espetáculo - seja em ferimento a jogadores, dirigentes ou atraso do jogo, que comprometessem a final ou a participação de patrocinadores.

3636 visitas - Fonte: Globoesporte.com


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